8 de jun. de 2013

Hate That I Love You - Eu te amo

“Eu não posso criar muitas esperanças, porque todo olá termina com um adeus.”
- Capitulo 7 -

Castigo? -perguntei com a voz trêmula-
achou mesmo que ia fugir e iria fica impune?
eu..
calada, Chaz, Ryan, Christian, saiam.
mais Justin, deixa ela... -Ryan tentou intervir-
cala a boca e sai. -gritou irritado-

os 3 saíram mais não antes de lançarem um olhar penoso pra mim.
engoli em seco e minha respiração ficou acelerada apenas em imaginar o que viria a seguir.

ela é de vocês.

Justin gritou e eu não entendi nada até ver 2 idiotas trogloditas aparecerem no meu campo de visão, meus olhos ficaram úmidos só em pensar que Justin me faria passar por aquilo de novo.

Justin.. não -sussurrei , na verdade implorei com os olhos pra que ele não me deixasse ali- por favor.
deveria ter pensado nisso antes de fugir -olhos para os caras- façam bom proveito.

Justin subiu as escadas e um dos caras me pegou me pondo de costas pra si, na verdade segurou-me apenas pra me deixar a mercê do outro a minha frente.
ele tirou a roupa por completo parando a minha frente, respirei fundo, afinal , em momentos como esse o nervosismo não leva a nada, tenho que manter a calma pra pensar em algo e conseguir me livrar dessa.
sorri de canto quando o cara estava próximo o suficiente dei um chute certeiro no meio de suas pernas, ele gritou e depois caiu no chão apagado, deve realmente ter doido.
com toda a força que tenho pisei no pé do idiota que ainda me segurava fazendo-o me soltar, virei rápido e chutei o meio de suas pernas derrubando-o no chão, qual é? eu sou uma garota e eles dois trogloditas, tenho que jogar baixo pra me safar.
senti a raiva tomando conta do meu corpo junto as malditas lágrimas que estavam prestes a cair, imaginar que o amo e que ele me deixou a mercê desses dois faz meu coração doer e meus punhos pulsarem com vontade de quebrar-lhe a face perfeita, subi as escadas como uma cobra ao ver uma presa deliciosa, a cobra pode até não ser, mais quanto a presa deliciosa...
abri a porta do escritório e peguei a primeira coisa que vi perto da porta, um abajur, Justin levantou e se assustou ao me ver, não dei tempo pra ele falar, joguei com toda força o abajur contra ele que não teve tempo de desviar fazendo o abajur acertar-lhe em cheio na testa, ele caiu no chão e eu corri até o mesmo chutando-lhe a costela, ele gritou de dor, peguei a arma dele que estava em cima da mesa e apontei pra cabeça dele sentindo as lágrimas molharem minha face.

vai em frente, me mata e acaba com o teu sofrimento -proferiu com a voz fraca-

minhas mãos começaram a tremer e eu deixei a arma cair jogando contra-me ele e o apertando contra mim o quanto pude.

eu não consigo, eu te amo de mais pra ir em frente com isso. -sussurrei entre as lágrimas.-

Narração: de fundo

tudo que Justin pensava era em acabar com a raça da garota em cima de si, torturá-la até que ela pedisse pra morrer, estuprá-la até ela esquecer o próprio nome, porém, toda sua raiva dissipou-se ao ouvir aquela frase saindo dos lábios da garota acima de si, não tinha como, não tinha como continuar assim, a ama, e estava mais do que na hora de admitir isso pra si mesmo, afinal, era um homem e não um moleque que esconde as emoções atrás de uma máscara de frieza.

[ ... ]

e mais uma vez o médico estava ali, o mesmo médico que era chamado todas as vezes em que algo acontecia na mansão, o homem já começava a estranhar tal fato, vivia mais na mansão luxuosa do que no próprio hospital, achava deveras estranho os tipos de coisas que aconteciam ao moradores da mansão, mais bem.. não tava nem ai e nem se importava com o que acontecia, estava ganhando bem então foda-se o resto.

fora deveras difícil ligar pro médico e dizer que Justin era seu irmão, mais difícil ainda dizer que ele estava mal por ter caído, claro que o médico achou estranho o fato de ao abrir a porta encontrar o homem com várias marcas pelo corpo, mais como já disse ganhava bem e não se importava com isso...

Konan acompanhou o médico até a porta sobre interrogatórios do mesmo, tudo bem que ele não se importava, porém isso não muda o fato de que ele é deveras curioso, ao fechar a porta Konan suspirou e subiu as escadas entrando no quarto, sentou-se na cama, porém a uma distância segura de Justin, Justin a puxou delicadamente pela mão colando ao seu corpo e deitando a cabeça da mesma em seu peito.

e ali, colada ao corpo de quem ama, arrependeu-se amargamente por tê-lo machucado.

me desculpe Justin, eu.. eu não queria, eu não sei o que deu em mim, por favor me perdoe. -sussurrou quase chorando e Justin sorriu-
olhe pra você, eu sempre te faço mal e nunca peço perdão, e você, uma única vez que me bate quando mereço me pede desculpas -rir-
desculpe.
-rir- pare de pedir desculpas, eu mereci o que você fez -fica sério- Konan, me perdoe por tudo, exatamente tudo o que te fiz, me arrependo agora por ter te batido, por ter te estuprado e deixado aqueles trogloditas fazerem o mesmo, por ter te desprezado e te tratado como uma qualquer -respira fundo- eu apenas fiquei furioso, furioso comigo mesmo e com a sua mãe, por quê graças a ela eu perdi muito dinheiro e não fiquei satisfeito com você como pagamento -Konan se mexeu desconfortável - mais só antes, só antes o dinheiro era mais importante que você, agora não, agora eu consigo ver e admitir pra mim e pra você, eu te amo, e foi quando descobri isso que passei a te odiar, te odiar por te amar, eu sei, é complicado, mais eu simplesmente não consegui aceitar que uma garota chegou e destruiu o muro e a face de indiferença que eu levei anos pra construir, simplesmente não consegui aceitar que você conseguiu o que em anos ninguém conseguiu, eu não aceitei que novamente entreguei o meu coração mesmo que sem querer, até na Jazzy me vinguei por causa desse sentimento

Justin, você gosta da Konan? -perguntou a pequena curiosa-
não Jazzy, agora assiste o filme.
você gosta dela sim, seus olhos brilham quando você olha pra ela.
Jazzy... 
mamãe disse que isso é amor
Jazzy cale a boca.
você vai casar com ela? eu posso ir no casamento?
CALA A BOCA 

gritou perdendo o controle

foi ai que você chegou e viu aquela cena grotesca, eu não queria fazer aquilo com ela, mais eu estava confuso e furioso em relação ao que sinto pro você e ela falando aquilo não ajudou em nada.
o que quer dizer com entregar seu coração outra vez? -perguntou curiosa-
-rir- nessa parte você prestou atenção né? -suspira- quando eu tinha 17 anos comecei a namorar uma garota, eu a amava, ela era literalmente minha vida, quando eu fiz 18 anos decidimos nos casa, éramos novos mais nos amávamos e pra nós isso era o suficiente, mais então, no dia do casamento ela não apareceu, deixou apenas um bilhete dizendo que me amava mais gostava da sua liberdade e que iria fugir com Adam, um dos meus inimigos, meu mundo acabou e tudo caiu sobre minha cabeça, eu entrei em depressão e só depois de 5 meses consegui sair dela, e ai... eu coloquei a máscara de indiferença que você viu, e eu estava bem assim, fique bem assim por anos, até você aparecer e literalmente destruir tudo, e agora? agora.. eu te amo.

Konan olhava-o admirada, sabia que tinha que ter um motivo pra Justin agir de tal modo, nunca deve-se julgar realmente um livro pela capa, não deve-se julgar uma pessoa pelas roupas que veste ou pelo modo de agir, afinal... não se sabe realmente o que ela passou pra agir assim... muitas vezes, a pessoa fria e sem emoções por fora, é aquele que chora por dentro e clama por ajuda... 

foi ai que viu, o amava, o amava mais que a si mesma..


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Estou pensando em dá o resultado da nova moderadora amanhã, então fiquem de olho no blog em.

todos os que pediram pra eu divulgar os blogs já estão na área divulgação da sidebar.

eu criei uma ask pro blog, sei que talvez vocês tenham dúvidas e perguntas que não tem coragem de fazer por aqui, então podem fazer por lá, no final de cada cap deixarei o link da ask caso tenho duvidas sobre o cap ou sobre o blog;

 Ask


6 de jun. de 2013

Hate That I Love You - Amor

“Nem posso dizer que tentei evitar, pois já descobri que se você evitar a vida, ela acontece do mesmo jeito.”
- Capitulo 6 -

2 meses depois

sabe quando eu digo que demostrar meus sentimentos é mais difícil do que aprender latim? pois bem... isso piorou, nos últimos 2 meses, depois daquele beijo , trarei Konan bem por exatamente uma semana, depois disso passei a maltratá-la de novo, trouxe umas 15 garotas pra ficarem comigo aqui mesmo na frente dela, mais cá entre nós, milhares delas trabalham pra mim, seria idiotice não me aproveitar disso...

Konan tentou fugir 4 vezes nesses 2 meses, claro todas as tentativas foram falhas e eu agradeço por isso, pois apesar de não demostrar, gosto dela mais do que já gostei de qualquer outra garota. e esse é exatamente o por quê do meu medo, tenho medo que em mais uma tentativa ela consiga fugir.

ah, mais a novidade é que meu pai ficou caidinho pelo Konan, eu não sei como mais ela conseguiu ganhar o respeito dele.
"a garota é corajosa, ninguém nunca teve coragem de me enfrentar como ela fez, deveria criar vergonha na cara e agradecer a ela por ter entrado na frente e apanhado no seu lugar Justin, vire homem meu filho, e quando for falar com ela diga que mandei dizer que um dia ainda pego ela."
foram as exatas palavras dele pra mim, claro que minha mãe não sabe disso, e claro também que eu tive que me segurar pra não estourar a cabeça do meu pai.
qual é? ele deu em cima da minha garota na maior cara de pau, o que eu deveria fazer? sorrir? acho que não.

Narração: Konan Stone

sabe aquela coisa estranha que eu sinto quando to perto do Justin? que sinto ao vê-lo se dando mal?  pois é, descobri o que é, amor.
eu não sei onde nem quando exatamente passei a amá-lo mais sei que aconteceu, e agora? e agora eu amo aquele maldito masoquista. 

mais o que realmente me deixa mal é o fato de tentar fugir e não conseguir
4, 4 tentativas falhas de fugir desse inferno, como ? como eu, uma garota extremamente linda, sexy, inteligente, seduto...
parando o momento eu sou de mais e continuando.
como aqueles trogloditas conseguiram me pegar? eu sou mais esperta que eles.

caminhei até a janela do quarto e olhei pra baixo, nas piscina milhares de garotas e os seguranças lá babando por elas, a música alta o suficiente pra chegar até o quarto, sorri de canto, ninguém vai prestar atenção em mim do jeito que estão ali.

peguei os lençóis do quarto e amarrei um nos outros formando uma enorme corda.
sim, uma corda.
o que mais eu poderia usar?
eu não tenho uma corda de verdade e nem uma Rapunzel aqui comigo, o que eu poderia fazer?
amarrei a "corda" no pé na cama, bem firme pra garantir que eu não vou cair de bunda no chão, empurrei a cama encostando-a no sofá e joguei a "corda" pra fora da janela, quase encostou no chão, ou seja..
perfeito,,,
peguei uma bolsa com dinheiro que é somente do que vou precisar e desci pelo lençol, cheguei perto do chão e pulei e em seguida corri o mais rápido que pude pra floresta que rodeia toda a mansão, é o único lugar por onde ainda não tentei fugir, talvez dê certo. 
corri por entre as árvores sempre olhando no meu relógio de pulso pra saber exatamente a quanto tempo sai da mansão.
depois de exatos 50 minutos correndo sem parar , parei um pouco pra descansar, respirei fundo tentando fazer minha respiração voltar ao normal, ouvi um barulho de galhos quebrando, arregalei os olhos e voltei a correr sempre olhando pra trás pra saber se tinha algo ou alguém me seguindo. 
virei pra frente de uma vez, foi só o tempo exato pra minha cabeça bater com força contra um galho baixo e eu desmaiar.

[ ... ] 

abri meus olhos, dor de cabeça infernal.
me decepcionei ao notar está no quarto luxuoso novamente, suspirei levando minha mão a minha testa, expeficamente onde dói e senti um pequeno curativo,

achou mesmo que ia fugir?

ouvi a voz de Justin e levantei o olhar.

pelo menos não vai poder dizer que não tentei -brinquei-
não é hora pra brincadeiras Konan, será que você não entende, você, sua vida, sua alma, tudo pertence a mim, você não vai conseguir fugir, não importa quantas vezes tente, você só sairá dessa casa, do meu poder, dentro de um caixão. -falou sério-
por quê, você me odeia, me acha repugnante, por quê quer que eu continue aqui? sofrente nessa maldita casa ao seu lado?
se você sair daqui provavelmente vai se prostituir pra não passar fome.
e dai? o corpo é meu, por quê se preocupa com isso?
não me preocupo -que facada- só que sua mãe me devia muito dinheiro e você é o meu pagamento. -menti- 
eu te pago, pago tudo que ela tava devendo.
mesmo? -sorri de canto- 
sim, quanto era?
10,000 -aumenta o sorriso-
o quê?
vendo drogas fiado pra sua mãe desde que ela tinha 16 anos ruivinha -sussurra-
vagabunda, não acredito, cadela, aquela... aquela prostitutazinha barata, eu nunca vou conseguir pagar tudo isso.
exatamente

sussurrou com a voz sexy e saiu me deixando com uma hemorragia nasal.
maldito, odeio amando loucamente esse sorriso.

Dia Seguinte

desci as escadas um pouco cansada, por mim ficava dormindo o dia inteiro mais minha barriga não deixa.

Konan, fiquei preocupado.

falou Ryan me abraçando, ele não tem problemas em mostrar o afeto que sente por mim, nem ele nem os outros 2 idiotas, apesar de o Christian ser um tarado.

desculpa, não queria te preocupar.

respondi ao sair dos meus devaneios e enlacei seu pescoço com os braços escondendo meu rosto em seu ombro.

gosto de ficar assim com você -sussurrei baixinho-
eu sei -sorri- mais você precisa tomar café
eu sei.

respondi e me separei dele a contra gosto me sentando pra tomar café.

Espero que esteja pronta pro seu castigo. -sorri assustadoramente sexy-

cuspi o suco que estava tomando, como assim castigo?



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Os blogs os quais eu divulgava, podem deixar os links nos comentários que eu irei colocar na barra lateral novamente, são somente 8 blogs

quem for meu afiliado por favor avise nos comentários, e quem quiser afiliar-se também é só avisar.

4 de jun. de 2013

Hate That I Love You - Jazzy

"Sinto-me em uma jaula, e mesmo sem grades não consigo fugir"
- Capitulo 5 -

sai da biblioteca e sentei no corredor encostada na parede, vi uma garotinha aparecer no corredor e me olhar, ela caminhou até mim e se pôs no meio da minhas pernas tocando meu rosto com a pequena mãozinha.

por quê tá chorando?

perguntou com a tipica vozinha de criança.

não é nada pequena -sussurrei levantando-
mais se você chorar eu choro também. -sussurrou com os olhinhos lacrimejando-

Justin apareceu no corredor, olhou pra mim depois pra pequena e fechou as mãos em punho.

o que fez com ela? -gritou pegando a pequena no colo-
na-nada -falei assustada-
Jus, por quê ela tá chorando? eu não quero que ela chore -falou a pequena no colo de Justin também chorando- abraça ela Jus, mamãe sempre para de chorar quando você abraça ela.
Jazzy, não..
mais -soluça- ela tá chorando.

tentei parar de chorar,  mais com a cena e meu emocional abalado tá difícil.

tudo bem -suspira- eu abraço ela Jazzy.

Justin a colocou no chão e caminhou até mim com receio, suspirou me olhando e me puxou envolvendo-me com seus braços fortes, suspirei molhando sua blusa com minhas lágrimas e enlacei sua cintura também o abraçando.
como posso me sentir segura nos braços do homem que a alguns minutos atrás me bateu?
ele se afastou devagar e me olhou nos olhos.

pare de chorar ruivinha -sussurrou-

como negar?
enxuguei minhas lágrimas e sorri pra pequena que olhava a tudo sorrindo.

vamos Jazzy, vamos tomar sorvete. 

ambos saíram e eu sorri de canto

...

Claro sua idiota, ele vai responder "to aqui na cozinha fazendo um lanchinho pra depois decepar sua cabeça".

gritei com a garota do filme, por que em todo filme de terror a idiota pergunta "tem alguém ai"?
como se o assassino fosse realmente responder...

ouvi um choro infantil vindo do andar de cima, levantei do sofá rapidamente e subi as escadas correndo, segui o choro parando em frente a porta do quarto que é meu e de Justin, abri a porta e arregalei os olhos ao ver a cena.
Justin sentado com Jazzy deitada no colo dele com a barriga pra baixo, o vestidinho levantado e a calcinha até o joelhos enquanto ele batia na bundinha dela que já se encontra vermelha.
o ódio me subiu todo o corpo e eu caminhei predadoramente em direção a eles, como uma cobra prestes a atacar, com toda força desferi um soco de direita em seu rosto fazendo-o cair desacordado na cama, peguei Jazzy que se agarrou a mim chorando dizendo está sentindo dor, seu pequeno bracinho com uma marca roxa, os 5 dedos de Justin perfeitamente marcados no braço dela.
desci as escadas em desespero sem saber o que fazer pra acalmá-la

Ryan, Ryan... -gritei-

ele entrou, acho que estava lá fora.

o que fo.. Jazzy? o que aconteceu com ela?
Justin, Justin bateu nela e eu não sei o que fazer pra calmá-la.
como assim Justin bateu nela? ele nunca se quer levantou a voz pra ela, como pode ter batido?
eu não sei.
onde ele está?
bom.. eu meio que dei um soco nele e deixei ele desacordado.
ele vai matar você quando acordar.
eu não me importo, ele estava batendo nela, o que queria que eu fizesse?
tudo bem, tudo bem, vai deitar com ela no sofá, quem sabe ela se acalma.
e você vai pra onde?
preciso resolver umas coisas pro Justin.
certo.

Ryan saiu novamente e eu caminhei até a sala deitando no sofá, coloquei ela na minha frente ficando assim de conchinha, fiquei acariciando o bracinho dela até seu choro sessar e aos poucos ela pegar no sono, beijei sua cabeça e fechei os olhos também pegando no sono...

[ .... ] 

abri meus olhos contra minha vontade ouvindo gritos, levantei com cuidado pra não acordar Jazzy e sai da sala encontrando Ryan descendo as escadas.

de quem são esses gritos? -perguntei esfregando os olhos-
Justin.
como assim do Justin? o que tá acontecendo?
o pai de Justin veio buscar a Jazzy, quando ele viu o que aconteceu tive que dizer a verdade, não teria como mentir com as 5 marcas de dedos no braço dela, ele ficou furioso e foi falar com o Justin e agora o está castigando.
como? -sussurrei ouvindo mais um grito-
ele.. ele está batendo nele com um chicote.

arregalei meus olhos e tentei subir as escadas mais Ryan agarrou meu braço me impedindo.

me solta Ryan -gritei-
não, não vou te deixar ir lá, ele vai matar você, eu também queria ajudá-lo mais ninguém que tenha o juízo certo se mete em uma briga do Justin e do pai dele.
eu não me importo, eu vou ajudá-lo.
não vai Konan.
você não decide isso, eu decido.

ele suspirou e me soltou, subi as escadas correndo seguindo o som de mais um grito, estou furiosa por ele ter feito os caras me estuprarem, por ter batido na Jazzy, porém , por algum motivo ainda desconhecido não consigo deixá-lo sofrer, ainda não sei o que vou fazer, só sei que vou.

empurrei a porta, um escritório foi o que eu encontrei, Justin sendo segurado por 2 brutamontes, sem camisa com 5 marcas de chicote na barrigas, essas sangrando sem parar, um homem muito parecido com Justin segurando um chicote, sem pensar corri e me joguei na frente de Justin agarrando-me ao seu pescoço.

Saia daqui sua vadia, isso aqui não é da sua conta.

gritou o cara, pai de Justin com a voz irritada.

bata em mim, eu apanho no lugar dele.
que seja.

minha blusa foi arrancada do meu corpo com violência e em seguida senti o chicote bater com força contra minha pele nua, mordi meu lábio inferior com força pra não soltar nem um gemido de dor, não darei essa satisfação a ele.
levantei meu rosto que estava na curva do pescoço de Justin e o olhei nos olhos.

por quê está fazendo isso? -perguntou sussurrando preocupado-

preocupado?

não sei -responde e em seguida desmaiei-

Narração: Justin Bieber

porra, o quão difícil pode ser demostrar o sentimento por alguém? 
acho que quando se trata de mim é mais difícil demostrar um sentimento do que aprender latim.
e agora? konan está no quarto, na cama dormindo depois de eu ter feito Chaz chamar o mesmo médico de antes, ele atendeu a ela e depois a mim, e aqui estou na cozinha tentando cozinhar algo e falhando miseravelmente, ok, eu não tenho dotes culinários, peguei um doritos no armário e uma coca na geladeira e coloquei em uma bandeja depois subi as escadas, entrei no quarto encontrando-a ainda dormindo e sorri de canto , coloquei a bandeja no canto da cama e sentei olhando-a.
mesmo depois do que fiz ela me protegeu, tendo coragem o suficiente pra ir contra o homem que nem eu mesmo tenho coragem de enfrentar, a acordei, ela abriu os olhos preguiçosamente e me olhou um pouco confusa.

lembra do que aconteceu?
mais ou menos -respondeu com a voz rouca-
melhor assim. -entreguei a bandeja a ela-
obrigado.
eu que te agradeço, indo contra todos os meus conceitos... obrigado por me ajudar, e desculpe pelo que eu fiz, pelo que faço de errado desde que chegou aqui.
tudo bem -cora-
posso te beijar? -fui direto-
não.
sério?
não -rir-

ri também e me aproximei dela a beijando.



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por quê não chegou aos comentários que pedi?pra tentar sorte e ser moderadora aqui do blog basta dá uma olhada ali na barra lateral onde tem tudo explicado.

30 de mai. de 2013

Hate That I Love You - De um jeito torto

“Criei tantas expectativas com você que eu estava esquecendo de quanto isso iria doer depois.”
- Capitulo 4 -


entre abri a porta do banheiro, olhei ao redor e ao constatar que Justin não está mais no quarto, sai do banheiro e em seguida do quarto, segui pelo corredor e desci as escadas correndo encontrando os 4 tomando café, Justin me olhou irritado e eu dei de ombros, peguei um pedaço de bolo e um copo de leite e comecei a comer.
A campainha foi tocada, Justin levantou-se pra atender, apertou a mão de alguém e logo em seguida um homem entrou, moreno, rosto forte, musculoso, mordi o lábio inferior pra conter uma hemorragia nasal.

Christian, Ryan, Chaz... e Konan, esse é Chris, meu mais novo parceiro no ramo das drogas. -Justin falou sorrindo de canto-

Os 3 patetas levantaram e cumprimentaram o cara, Justin me olhou novamente irritado e eu ri sínica. 

o que foi? -perguntei-
Venha cumprimentá-lo Konan. -falou entre dentes-
não, eu to comendo não tá vendo? -me irritei-

um fato sobre mim, fico um porre quando to com fome.

Konan, eu mandei você levantar e cumprimentá-lo.

o olhei, as mãos fechadas em punho, os olhos mais escuros pela raiva, sorri de canto, ele irritado é um fofura

não to afim -até onde a raiva dele vai?-
tudo bem Justin, não tem problema -se pronunciou o gostoso-
tem problema sim, essa vadia não pode me desobedecer na frente de ninguém -gritou irritado-

Justin se virou e levou o cara pra sala, ficaram conversando por mais ou menos 20 minutos, logo Justin o levou até a porta despedindo-se e vindo até mim, e ao ver as expressões no rosto dele é que eu percebo, fui longe de mais, puta merda...
levantei pronta pra correr mais ao me encontrar no segundo degrau da escada meu cabelo foi puxado pra trás e com uma força descomunal fui jogada contra o chão, minha cabeça bateu com força e então apaguei...

...

abri meus olhos de uma vez um pouco assustada com o que aconteceu, tentei levantar mais não consegui, minhas mãos estão presas e eu.. eu to pelada...
resumindo, estou pelada de braços e pernas abertas presa deitada sobre a mesa da sala de jantar.

que bom que acordou bela adormecida. 

levantei um pouco a cabeça e encarei Justin só de cueca na minha frente, mordi o lábio inferior e ele riu, porém não um sorriso divertido, e sim um sorriso maldoso, como se a qualquer momento fosse me matar.
ele tirou a cueca, subiu sobre mim e então me penetrou, gritei em surpresa e o ouvi rir enquanto aumenta a velocidade e a força com que me penetra, meu corpo balança indo pra cima e pra baixo com os movimentos violentos que ele faz, força meus puços e meus pés que estão presos por algemas fazendo-me sentir ainda mais dor.
ao sentir-se satisfeito saiu de cima de mim, senti algo quente escorrer por entre minhas pernas , levantei um pouco a cabeça e com os olhos marejados vi sangue misturado a semém escorrendo de mim.
deitei a cabeça novamente e uma lágrima solitária escapou de meus olhos sem minha permissão, Justin sorriu de canto e abriu as algemas, me puxou e me jogou no chão.

é a vez de vocês.

falou a dois cara que me olhavam como se fossem lobos e eu uma indefesa ovelhinha, eles tiraram a roupa tão rápido que mal tive tempo de ver quando fui agarrada, o cara sentou no chão e me puxou sentando-me em seu colo e me penetrou por trás, soltei um grito agudo e as lágrimas se multiplicaram, o outro veio ficando por cima de mim e me penetrou no mesmo lugar juntamente com o outro, senti-me ser rasgada ao meio enquanto os gritos escapam da minha gargante, não conseguindo conter comecei a soluçar e chorar compulsivamente enquanto os movimentos dentro de mim só aumentam, olhei pra Chaz suplicando que ele me salvasse porém ele apenas desviou o olhar, não posso culpá-lo, afinal... quem iria contra Justin?
e agora, nesse momento, me arrependo profundamente de tê-lo provocado.
um dos caras saiu de cima de mim e o outro me jogou contra o chão, fiquei caída sobre meu próprio sangue sem forças o suficiente pra me levantar, fechei os olhos ficando inconsciente.

...

acordei ouvindo gritos e me assustei ao reconhecer ser de Justin e Chaz.

como pode fazer isso com ela Justin? 
Cala a boca Chaz, eu não pedi sua opinião.
eu sei que não, mais como pode dizer pra mim que gosta dela e no dia seguinte fazer isso?
Eu já disse pra você calar a boca, que droga -gritou e desferiu um soco em Chaz fazendo-o cair-
me bate , me bate mesmo, mais isso não vai mudar o fato de que você a maltrata por quê gosta dela.

Justin bufou irritado e saiu, arregalei levemente os olhos.
gosta de mim? é isso mesmo que eu ouvi?
Chaz levantou-se e sorriu de canto ao me ver acordada.

melhor? -perguntou sentando perto de mim-
sim, obrigado por cuidar de mim, acho que aqui só você gosta de mim -sorri de canto-
Er.. Konan, eu não gosto de você... tudo o que eu faço é trabalho, o meu trabalho é cuidar de todas as garotas que servem ao Justin.

meus olhos marejaram no mesmo instante, levantei saindo do quarto pra que ele não visse as lágrimas em meu rosto, por quê ele tem que dizer isso? logo agora, que desenvolvo um carinho especial por ele.
caminhei pelo corredor meio desnorteada e abri uma das portas, vi Christian deitado na cama, provavelmente dormindo, fechei a porta novamente e entrei na última porta do corredor, uma biblioteca, grande foi minha surpresa ao encontrar Ryan no meio de um dos corredores das enormes estantes de livros.

Ryan? -falei surpresa-
Konan -bate ao lado dele pra eu sentar- o que faz aqui?
nada -sentei ao seu lado-
descobriu que ninguém aqui gosta de você e que tudo o que fazem é só trabalho?
quase isso, descobri que pelo menos Justin gosta um pouco de mim, de um jeito torto, mais bem torto mesmo mais gosta.
-rir- eu também gosto de você sua boba.
sério? -sorri-
muito sério -me abraça de lado-

Dia Seguinte

abri meus olhos e vi ainda me encontrar na biblioteca, porém, sem Ryan, levantei e no estante seguinte recebi um soco desferido com força contra meu olho esquerdo, cai no chão desnorteada e olhei pra cima vendo Justin fulminante.

isso é por ter transado com Ryan sem minha permissão.
mais eu nã...
cala a boca -gritou- 

saiu e eu levantei chorando novamente, mais que merda, onde eu vim parar?
agora sei o por quê de talvez eu querer fugir...


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Desculpem a demora, estou tentando conciliar minha vida pessoal com o blog... 

obrigado pelos comentários(apesar de muitos serem da mesma pessoa)(anônimo)

Recomendo: http://jdbswagforever.blogspot.com.br/


26 de mai. de 2013

Hate That I Love You - Chaz

"Não pense muito, não espere muito, não ame muito, por quê tudo que é muito, decepciona."
- Capitulo 3 -

Ouvi a campainha sendo tocada e desci as escadas correndo pra atender, abri a porta e vi o médico parado, ele olhou ao redor desconfiado porém não disse nada, ajeitou os óculos e me olhou.

onde ela está? -perguntou ainda desconfiado-
lá em cima, eu levo o Sr até lá.

subi as escadas com ele atrás de mim prestando atenção em tudo.

não é uma mansão muito grande só pra você e sua mulher? -perguntou curioso-
é.. queremos ter muitos filhos -menti-
ah sim -finalmente calou a boca-

mostrei o quarto pra ele, o mesmo me fez ficar do lado de fora esperando, com certeza não ah nada mais constrangedor do que isso, tudo culpa do vagabundo do Justin...

o médico saiu depois de uns  minutos mais ou menos, me olhou bravo e então começou a falar.

eu não sei o que você fez, mais a machucou pra valer, com muito esforço consegui fazê-la parar de sangrar e sentir dor, se realmente ama sua esposa deveria ser menos violento na cama, ela só voltará a andar e fazer sexo em uma semana, cuide bem dela e qualquer coisa me ligue -me entrega um cartão- até.
até Dr -respondi sem graça por conta do sermão-

Justin seu FDP do caralho.
entrei no quarto e encontrei konan olhando pra janela.

melhor? -sentei ao seu lado-
uhum -respondeu sem me olhar-
sinto muito pelo que o Justin fez -não sinto não-
Obrigado Chaz -respondeu sorrindo-

É , talvez eu realmente sinta.

de nada -sorri-
posso pedir uma coisa?
claro.
deita comigo? -sussurrou corada-
o quê?
deita comigo -repetiu-
hã, tudo bem.

meio incerto deitei ao lado dela, a puxei deitando-a com a cabeça no meu peito, ela se aninhou a mim como um gatinho mimado e fechou os olhos, sorri de canto, é impossível não gostar de alguém como a Konan.

...

Narração: Konan Stone

abri meus olhos com muito esforço e Chaz já não tá mais aqui, olhei ao redor e nada dele, me ajeitei na cama sentindo uma forte dor e deitei novamente, a porta do quarto foi aberta e eu sorri pensando ser Chaz, meu sorriso se desmanchou ao ver Justin.

ah, já tá melhor né? então já pode transar? 
não, eu não posso, não faz nada, não faz.

pedi em desespero, ele fez bico e deitou na cama perto dos meus pés
espera.. ele fez bico? é isso mesmo produção?

ah, sua chata.
quê? -perguntei meio atordoada-
isso mesmo, você é chata sua chata. -faz bico-

oh meu Deus, ele tá fazendo de novo, mais, mais eu.. oh céus, meu nariz tá transbordando, tentei conter o sangramento até ouvir a risada sonora de Justin, por quê ele sempre rir quando acontece isso comigo?
ele tirou a própria blusa e me entregou, levei ao meu nariz e pressionei o limpando.
senti um peso nas minhas pernas e quando olho encontro Justin deitado nas mesmas, ergui uma sobrancelha.

sai das minhas pernas -pedi jogando a blusa suja de sangue pro lado-
não -cruza os braços-
mais... as pernas são minhas -falei meio em dúvida-
não ligo, eu vou ficar aqui.
mais Justin..
e agora acaricia minha cabeça.

mais que merda é essa que tá acontecendo? que mané acaricia minha cabeça o quê?

anda logo -leva minha mão a cabeça dele-

dei-me por vencida e comecei a acariciar os cabelos dele, juro ter ouvido um ronronar como um gatinho faz.

... Uma Semana Depois

acordei sentindo uma sensação gostosa se apossar do meu corpo, olhei pra baixo e arregalei os olhos, Ryan, o Ryan está lambendo a minha.. oh céus, ele tá lambendo a minha, a minha... oh Deus.
o susto foi tão grande que acabei levantando de uma vez na cama e dando um chute em cheio na cara dele.

vadia, precisava me chutar -levanta-
desculpa Ryan, foi reflexo.
vai a merda

ditou irritado e ficou sobre mim, suas mãos desceram pela lateral do meu corpo e sua língua adentrou a minha boca, correspondi ao beijo porquê, o cara beija pra caralho, posso ter um orgasmo só o beijando, mesmo que o beijo dele não se compare ao de Justin ele beija quase tanto quanto.

ouvimos a porta ser aberta e nos separamos olhando pra mesma, Justin.

Ryan, você e o Christian tem umas garotas pra ir buscar pra mim, então vai, agora. -gritou-

Ryan levantou e saiu, bufei, quando to prestes a pegar um gostoso o Justin estraga prazeres aparece.

então você já pode transar? -sorri malicioso-
não po-posso não - gaguejei-
vamos ver

quando ele começou a caminha na minha direção levantei correndo e me tranquei no banheiro.

uma hora você vai ter que sair dai. -gritou-
não vou não -gritei de volta-



+ 25 Comments

podem me matar, eu deixo ok?

desculpem pela demora, mais pelos menos eu demoro mais posto caps grandes né?

38 comments? preciso dizer você são as(os) melhores?

preciso?
você são as(os) melhores leitoras(es) do mundo.
<33