4 de jun. de 2013

Hate That I Love You - Jazzy

"Sinto-me em uma jaula, e mesmo sem grades não consigo fugir"
- Capitulo 5 -

sai da biblioteca e sentei no corredor encostada na parede, vi uma garotinha aparecer no corredor e me olhar, ela caminhou até mim e se pôs no meio da minhas pernas tocando meu rosto com a pequena mãozinha.

por quê tá chorando?

perguntou com a tipica vozinha de criança.

não é nada pequena -sussurrei levantando-
mais se você chorar eu choro também. -sussurrou com os olhinhos lacrimejando-

Justin apareceu no corredor, olhou pra mim depois pra pequena e fechou as mãos em punho.

o que fez com ela? -gritou pegando a pequena no colo-
na-nada -falei assustada-
Jus, por quê ela tá chorando? eu não quero que ela chore -falou a pequena no colo de Justin também chorando- abraça ela Jus, mamãe sempre para de chorar quando você abraça ela.
Jazzy, não..
mais -soluça- ela tá chorando.

tentei parar de chorar,  mais com a cena e meu emocional abalado tá difícil.

tudo bem -suspira- eu abraço ela Jazzy.

Justin a colocou no chão e caminhou até mim com receio, suspirou me olhando e me puxou envolvendo-me com seus braços fortes, suspirei molhando sua blusa com minhas lágrimas e enlacei sua cintura também o abraçando.
como posso me sentir segura nos braços do homem que a alguns minutos atrás me bateu?
ele se afastou devagar e me olhou nos olhos.

pare de chorar ruivinha -sussurrou-

como negar?
enxuguei minhas lágrimas e sorri pra pequena que olhava a tudo sorrindo.

vamos Jazzy, vamos tomar sorvete. 

ambos saíram e eu sorri de canto

...

Claro sua idiota, ele vai responder "to aqui na cozinha fazendo um lanchinho pra depois decepar sua cabeça".

gritei com a garota do filme, por que em todo filme de terror a idiota pergunta "tem alguém ai"?
como se o assassino fosse realmente responder...

ouvi um choro infantil vindo do andar de cima, levantei do sofá rapidamente e subi as escadas correndo, segui o choro parando em frente a porta do quarto que é meu e de Justin, abri a porta e arregalei os olhos ao ver a cena.
Justin sentado com Jazzy deitada no colo dele com a barriga pra baixo, o vestidinho levantado e a calcinha até o joelhos enquanto ele batia na bundinha dela que já se encontra vermelha.
o ódio me subiu todo o corpo e eu caminhei predadoramente em direção a eles, como uma cobra prestes a atacar, com toda força desferi um soco de direita em seu rosto fazendo-o cair desacordado na cama, peguei Jazzy que se agarrou a mim chorando dizendo está sentindo dor, seu pequeno bracinho com uma marca roxa, os 5 dedos de Justin perfeitamente marcados no braço dela.
desci as escadas em desespero sem saber o que fazer pra acalmá-la

Ryan, Ryan... -gritei-

ele entrou, acho que estava lá fora.

o que fo.. Jazzy? o que aconteceu com ela?
Justin, Justin bateu nela e eu não sei o que fazer pra calmá-la.
como assim Justin bateu nela? ele nunca se quer levantou a voz pra ela, como pode ter batido?
eu não sei.
onde ele está?
bom.. eu meio que dei um soco nele e deixei ele desacordado.
ele vai matar você quando acordar.
eu não me importo, ele estava batendo nela, o que queria que eu fizesse?
tudo bem, tudo bem, vai deitar com ela no sofá, quem sabe ela se acalma.
e você vai pra onde?
preciso resolver umas coisas pro Justin.
certo.

Ryan saiu novamente e eu caminhei até a sala deitando no sofá, coloquei ela na minha frente ficando assim de conchinha, fiquei acariciando o bracinho dela até seu choro sessar e aos poucos ela pegar no sono, beijei sua cabeça e fechei os olhos também pegando no sono...

[ .... ] 

abri meus olhos contra minha vontade ouvindo gritos, levantei com cuidado pra não acordar Jazzy e sai da sala encontrando Ryan descendo as escadas.

de quem são esses gritos? -perguntei esfregando os olhos-
Justin.
como assim do Justin? o que tá acontecendo?
o pai de Justin veio buscar a Jazzy, quando ele viu o que aconteceu tive que dizer a verdade, não teria como mentir com as 5 marcas de dedos no braço dela, ele ficou furioso e foi falar com o Justin e agora o está castigando.
como? -sussurrei ouvindo mais um grito-
ele.. ele está batendo nele com um chicote.

arregalei meus olhos e tentei subir as escadas mais Ryan agarrou meu braço me impedindo.

me solta Ryan -gritei-
não, não vou te deixar ir lá, ele vai matar você, eu também queria ajudá-lo mais ninguém que tenha o juízo certo se mete em uma briga do Justin e do pai dele.
eu não me importo, eu vou ajudá-lo.
não vai Konan.
você não decide isso, eu decido.

ele suspirou e me soltou, subi as escadas correndo seguindo o som de mais um grito, estou furiosa por ele ter feito os caras me estuprarem, por ter batido na Jazzy, porém , por algum motivo ainda desconhecido não consigo deixá-lo sofrer, ainda não sei o que vou fazer, só sei que vou.

empurrei a porta, um escritório foi o que eu encontrei, Justin sendo segurado por 2 brutamontes, sem camisa com 5 marcas de chicote na barrigas, essas sangrando sem parar, um homem muito parecido com Justin segurando um chicote, sem pensar corri e me joguei na frente de Justin agarrando-me ao seu pescoço.

Saia daqui sua vadia, isso aqui não é da sua conta.

gritou o cara, pai de Justin com a voz irritada.

bata em mim, eu apanho no lugar dele.
que seja.

minha blusa foi arrancada do meu corpo com violência e em seguida senti o chicote bater com força contra minha pele nua, mordi meu lábio inferior com força pra não soltar nem um gemido de dor, não darei essa satisfação a ele.
levantei meu rosto que estava na curva do pescoço de Justin e o olhei nos olhos.

por quê está fazendo isso? -perguntou sussurrando preocupado-

preocupado?

não sei -responde e em seguida desmaiei-

Narração: Justin Bieber

porra, o quão difícil pode ser demostrar o sentimento por alguém? 
acho que quando se trata de mim é mais difícil demostrar um sentimento do que aprender latim.
e agora? konan está no quarto, na cama dormindo depois de eu ter feito Chaz chamar o mesmo médico de antes, ele atendeu a ela e depois a mim, e aqui estou na cozinha tentando cozinhar algo e falhando miseravelmente, ok, eu não tenho dotes culinários, peguei um doritos no armário e uma coca na geladeira e coloquei em uma bandeja depois subi as escadas, entrei no quarto encontrando-a ainda dormindo e sorri de canto , coloquei a bandeja no canto da cama e sentei olhando-a.
mesmo depois do que fiz ela me protegeu, tendo coragem o suficiente pra ir contra o homem que nem eu mesmo tenho coragem de enfrentar, a acordei, ela abriu os olhos preguiçosamente e me olhou um pouco confusa.

lembra do que aconteceu?
mais ou menos -respondeu com a voz rouca-
melhor assim. -entreguei a bandeja a ela-
obrigado.
eu que te agradeço, indo contra todos os meus conceitos... obrigado por me ajudar, e desculpe pelo que eu fiz, pelo que faço de errado desde que chegou aqui.
tudo bem -cora-
posso te beijar? -fui direto-
não.
sério?
não -rir-

ri também e me aproximei dela a beijando.



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por quê não chegou aos comentários que pedi?pra tentar sorte e ser moderadora aqui do blog basta dá uma olhada ali na barra lateral onde tem tudo explicado.

30 de mai. de 2013

Hate That I Love You - De um jeito torto

“Criei tantas expectativas com você que eu estava esquecendo de quanto isso iria doer depois.”
- Capitulo 4 -


entre abri a porta do banheiro, olhei ao redor e ao constatar que Justin não está mais no quarto, sai do banheiro e em seguida do quarto, segui pelo corredor e desci as escadas correndo encontrando os 4 tomando café, Justin me olhou irritado e eu dei de ombros, peguei um pedaço de bolo e um copo de leite e comecei a comer.
A campainha foi tocada, Justin levantou-se pra atender, apertou a mão de alguém e logo em seguida um homem entrou, moreno, rosto forte, musculoso, mordi o lábio inferior pra conter uma hemorragia nasal.

Christian, Ryan, Chaz... e Konan, esse é Chris, meu mais novo parceiro no ramo das drogas. -Justin falou sorrindo de canto-

Os 3 patetas levantaram e cumprimentaram o cara, Justin me olhou novamente irritado e eu ri sínica. 

o que foi? -perguntei-
Venha cumprimentá-lo Konan. -falou entre dentes-
não, eu to comendo não tá vendo? -me irritei-

um fato sobre mim, fico um porre quando to com fome.

Konan, eu mandei você levantar e cumprimentá-lo.

o olhei, as mãos fechadas em punho, os olhos mais escuros pela raiva, sorri de canto, ele irritado é um fofura

não to afim -até onde a raiva dele vai?-
tudo bem Justin, não tem problema -se pronunciou o gostoso-
tem problema sim, essa vadia não pode me desobedecer na frente de ninguém -gritou irritado-

Justin se virou e levou o cara pra sala, ficaram conversando por mais ou menos 20 minutos, logo Justin o levou até a porta despedindo-se e vindo até mim, e ao ver as expressões no rosto dele é que eu percebo, fui longe de mais, puta merda...
levantei pronta pra correr mais ao me encontrar no segundo degrau da escada meu cabelo foi puxado pra trás e com uma força descomunal fui jogada contra o chão, minha cabeça bateu com força e então apaguei...

...

abri meus olhos de uma vez um pouco assustada com o que aconteceu, tentei levantar mais não consegui, minhas mãos estão presas e eu.. eu to pelada...
resumindo, estou pelada de braços e pernas abertas presa deitada sobre a mesa da sala de jantar.

que bom que acordou bela adormecida. 

levantei um pouco a cabeça e encarei Justin só de cueca na minha frente, mordi o lábio inferior e ele riu, porém não um sorriso divertido, e sim um sorriso maldoso, como se a qualquer momento fosse me matar.
ele tirou a cueca, subiu sobre mim e então me penetrou, gritei em surpresa e o ouvi rir enquanto aumenta a velocidade e a força com que me penetra, meu corpo balança indo pra cima e pra baixo com os movimentos violentos que ele faz, força meus puços e meus pés que estão presos por algemas fazendo-me sentir ainda mais dor.
ao sentir-se satisfeito saiu de cima de mim, senti algo quente escorrer por entre minhas pernas , levantei um pouco a cabeça e com os olhos marejados vi sangue misturado a semém escorrendo de mim.
deitei a cabeça novamente e uma lágrima solitária escapou de meus olhos sem minha permissão, Justin sorriu de canto e abriu as algemas, me puxou e me jogou no chão.

é a vez de vocês.

falou a dois cara que me olhavam como se fossem lobos e eu uma indefesa ovelhinha, eles tiraram a roupa tão rápido que mal tive tempo de ver quando fui agarrada, o cara sentou no chão e me puxou sentando-me em seu colo e me penetrou por trás, soltei um grito agudo e as lágrimas se multiplicaram, o outro veio ficando por cima de mim e me penetrou no mesmo lugar juntamente com o outro, senti-me ser rasgada ao meio enquanto os gritos escapam da minha gargante, não conseguindo conter comecei a soluçar e chorar compulsivamente enquanto os movimentos dentro de mim só aumentam, olhei pra Chaz suplicando que ele me salvasse porém ele apenas desviou o olhar, não posso culpá-lo, afinal... quem iria contra Justin?
e agora, nesse momento, me arrependo profundamente de tê-lo provocado.
um dos caras saiu de cima de mim e o outro me jogou contra o chão, fiquei caída sobre meu próprio sangue sem forças o suficiente pra me levantar, fechei os olhos ficando inconsciente.

...

acordei ouvindo gritos e me assustei ao reconhecer ser de Justin e Chaz.

como pode fazer isso com ela Justin? 
Cala a boca Chaz, eu não pedi sua opinião.
eu sei que não, mais como pode dizer pra mim que gosta dela e no dia seguinte fazer isso?
Eu já disse pra você calar a boca, que droga -gritou e desferiu um soco em Chaz fazendo-o cair-
me bate , me bate mesmo, mais isso não vai mudar o fato de que você a maltrata por quê gosta dela.

Justin bufou irritado e saiu, arregalei levemente os olhos.
gosta de mim? é isso mesmo que eu ouvi?
Chaz levantou-se e sorriu de canto ao me ver acordada.

melhor? -perguntou sentando perto de mim-
sim, obrigado por cuidar de mim, acho que aqui só você gosta de mim -sorri de canto-
Er.. Konan, eu não gosto de você... tudo o que eu faço é trabalho, o meu trabalho é cuidar de todas as garotas que servem ao Justin.

meus olhos marejaram no mesmo instante, levantei saindo do quarto pra que ele não visse as lágrimas em meu rosto, por quê ele tem que dizer isso? logo agora, que desenvolvo um carinho especial por ele.
caminhei pelo corredor meio desnorteada e abri uma das portas, vi Christian deitado na cama, provavelmente dormindo, fechei a porta novamente e entrei na última porta do corredor, uma biblioteca, grande foi minha surpresa ao encontrar Ryan no meio de um dos corredores das enormes estantes de livros.

Ryan? -falei surpresa-
Konan -bate ao lado dele pra eu sentar- o que faz aqui?
nada -sentei ao seu lado-
descobriu que ninguém aqui gosta de você e que tudo o que fazem é só trabalho?
quase isso, descobri que pelo menos Justin gosta um pouco de mim, de um jeito torto, mais bem torto mesmo mais gosta.
-rir- eu também gosto de você sua boba.
sério? -sorri-
muito sério -me abraça de lado-

Dia Seguinte

abri meus olhos e vi ainda me encontrar na biblioteca, porém, sem Ryan, levantei e no estante seguinte recebi um soco desferido com força contra meu olho esquerdo, cai no chão desnorteada e olhei pra cima vendo Justin fulminante.

isso é por ter transado com Ryan sem minha permissão.
mais eu nã...
cala a boca -gritou- 

saiu e eu levantei chorando novamente, mais que merda, onde eu vim parar?
agora sei o por quê de talvez eu querer fugir...


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Desculpem a demora, estou tentando conciliar minha vida pessoal com o blog... 

obrigado pelos comentários(apesar de muitos serem da mesma pessoa)(anônimo)

Recomendo: http://jdbswagforever.blogspot.com.br/


26 de mai. de 2013

Hate That I Love You - Chaz

"Não pense muito, não espere muito, não ame muito, por quê tudo que é muito, decepciona."
- Capitulo 3 -

Ouvi a campainha sendo tocada e desci as escadas correndo pra atender, abri a porta e vi o médico parado, ele olhou ao redor desconfiado porém não disse nada, ajeitou os óculos e me olhou.

onde ela está? -perguntou ainda desconfiado-
lá em cima, eu levo o Sr até lá.

subi as escadas com ele atrás de mim prestando atenção em tudo.

não é uma mansão muito grande só pra você e sua mulher? -perguntou curioso-
é.. queremos ter muitos filhos -menti-
ah sim -finalmente calou a boca-

mostrei o quarto pra ele, o mesmo me fez ficar do lado de fora esperando, com certeza não ah nada mais constrangedor do que isso, tudo culpa do vagabundo do Justin...

o médico saiu depois de uns  minutos mais ou menos, me olhou bravo e então começou a falar.

eu não sei o que você fez, mais a machucou pra valer, com muito esforço consegui fazê-la parar de sangrar e sentir dor, se realmente ama sua esposa deveria ser menos violento na cama, ela só voltará a andar e fazer sexo em uma semana, cuide bem dela e qualquer coisa me ligue -me entrega um cartão- até.
até Dr -respondi sem graça por conta do sermão-

Justin seu FDP do caralho.
entrei no quarto e encontrei konan olhando pra janela.

melhor? -sentei ao seu lado-
uhum -respondeu sem me olhar-
sinto muito pelo que o Justin fez -não sinto não-
Obrigado Chaz -respondeu sorrindo-

É , talvez eu realmente sinta.

de nada -sorri-
posso pedir uma coisa?
claro.
deita comigo? -sussurrou corada-
o quê?
deita comigo -repetiu-
hã, tudo bem.

meio incerto deitei ao lado dela, a puxei deitando-a com a cabeça no meu peito, ela se aninhou a mim como um gatinho mimado e fechou os olhos, sorri de canto, é impossível não gostar de alguém como a Konan.

...

Narração: Konan Stone

abri meus olhos com muito esforço e Chaz já não tá mais aqui, olhei ao redor e nada dele, me ajeitei na cama sentindo uma forte dor e deitei novamente, a porta do quarto foi aberta e eu sorri pensando ser Chaz, meu sorriso se desmanchou ao ver Justin.

ah, já tá melhor né? então já pode transar? 
não, eu não posso, não faz nada, não faz.

pedi em desespero, ele fez bico e deitou na cama perto dos meus pés
espera.. ele fez bico? é isso mesmo produção?

ah, sua chata.
quê? -perguntei meio atordoada-
isso mesmo, você é chata sua chata. -faz bico-

oh meu Deus, ele tá fazendo de novo, mais, mais eu.. oh céus, meu nariz tá transbordando, tentei conter o sangramento até ouvir a risada sonora de Justin, por quê ele sempre rir quando acontece isso comigo?
ele tirou a própria blusa e me entregou, levei ao meu nariz e pressionei o limpando.
senti um peso nas minhas pernas e quando olho encontro Justin deitado nas mesmas, ergui uma sobrancelha.

sai das minhas pernas -pedi jogando a blusa suja de sangue pro lado-
não -cruza os braços-
mais... as pernas são minhas -falei meio em dúvida-
não ligo, eu vou ficar aqui.
mais Justin..
e agora acaricia minha cabeça.

mais que merda é essa que tá acontecendo? que mané acaricia minha cabeça o quê?

anda logo -leva minha mão a cabeça dele-

dei-me por vencida e comecei a acariciar os cabelos dele, juro ter ouvido um ronronar como um gatinho faz.

... Uma Semana Depois

acordei sentindo uma sensação gostosa se apossar do meu corpo, olhei pra baixo e arregalei os olhos, Ryan, o Ryan está lambendo a minha.. oh céus, ele tá lambendo a minha, a minha... oh Deus.
o susto foi tão grande que acabei levantando de uma vez na cama e dando um chute em cheio na cara dele.

vadia, precisava me chutar -levanta-
desculpa Ryan, foi reflexo.
vai a merda

ditou irritado e ficou sobre mim, suas mãos desceram pela lateral do meu corpo e sua língua adentrou a minha boca, correspondi ao beijo porquê, o cara beija pra caralho, posso ter um orgasmo só o beijando, mesmo que o beijo dele não se compare ao de Justin ele beija quase tanto quanto.

ouvimos a porta ser aberta e nos separamos olhando pra mesma, Justin.

Ryan, você e o Christian tem umas garotas pra ir buscar pra mim, então vai, agora. -gritou-

Ryan levantou e saiu, bufei, quando to prestes a pegar um gostoso o Justin estraga prazeres aparece.

então você já pode transar? -sorri malicioso-
não po-posso não - gaguejei-
vamos ver

quando ele começou a caminha na minha direção levantei correndo e me tranquei no banheiro.

uma hora você vai ter que sair dai. -gritou-
não vou não -gritei de volta-



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podem me matar, eu deixo ok?

desculpem pela demora, mais pelos menos eu demoro mais posto caps grandes né?

38 comments? preciso dizer você são as(os) melhores?

preciso?
você são as(os) melhores leitoras(es) do mundo.
<33

22 de mai. de 2013

Hate That I Love You - Piscina

"Um dia, você vai perceber que quem é verdadeiro vai estar do seu lado, até mesmo quando você menos merecer."
- Capitulo 2 -

abri meus olhos e sorri vendo ainda me encontrar em um quarto maravilhoso, sentei me espreguiçando e me levantei, caminhei até a porta que obviamente é o banheiro, escovei meus dentes já que com tava com bafo de foça entupida de banheiro, terminei o que tinha que fazer e sai do quarto dando de cara com um enorme corredor, minha barriga roncou, acho que meu estomago vai acabar comendo meu figado, tem como?
caminhei pelo corredor e desci as escadas, Justin e os dois idiotas sentados a mesa junto a outro que eu ainda não tive o prazer de conhecer, sentei a mesa ignorando o olhar deles pra mim e peguei um pedaço de bolo levando-o a boca.

Konan, aqueles dois idiotas - aponta pra Chaz e Christian- você já conhece, e aquele ali -aponta pro até então desconhecido- é o Ryan

O que agora sei ser Ryan levantou-se, deu a volta na mesa e parou ao lado da minha cadeira, provavelmente esperando que eu levante pra comprimentá-lo, assim o fiz, levantei e parei frente a ele, ele apertou a minha mão com força e puxou dando-me um abraço.

É um prazer... Konan -sussurrou pausadamente e eu me arrepiei-

ele se afastou e eu o olhei dos pés a cabeça, que olhos, que rosto, que corpo, que pegada, e oh meu Deus, nessa casa só tem homem gostoso? 

o pra-prazer é meu -gaguejei e ele riu de um jeito sexy-

sentei novamente vendo-o voltar pro seu lugar em câmera lenta, ou será que são só meus olhos?
terminei de comer o bolo e tomei um copo de suco me levantando .

Espera -ouvi a voz de Christian me chamar-

me virei o encarando, ele caminhou e parou a minha frente.

primeiro, foi mal pelo jeito que eu e Chaz falamos contigo lá na estrada, e segundo, Sou Christian -sorri- e faz de conta que tá me conhecendo agora.

sorri de canto e apertei sua mão que me era estendida. 

Sou Konan.

mais pode me chamar de carro esporte e entrar em mim..
claro que essa parte eu ocultei, ele aproximou-se mais de mim e levou a boca rente a minha orelha.

Valeu.. Konan.

me arrepiei de novo, ao ver isso ele riu e se afastou de mim.
balancei a cabeça e subi a escada correndo ouvindo a risada deles, será que cada vez que um deles pronunciar meu nome eu vou me arrepiar e ter um orgasmo só com isso? 
já não chega ter uma hemorragia nasal ao ver o gostoso do Justin?
entrei no quarto e olhei em volta, tédio e mais tédio
abri a porta ao lado do banheiro encontrando todas as minhas roupas no closet, peguei um (biquíni) e vesti, já que to aqui, em uma enorme mansão cercada de luxo e tédio, vou mais é aproveitar...

Narração: Justin Bieber

estou sentado na escada conversando com os 3 jumentos que tenho o desprazer de chamar de primos, como? como 3 caras desse tamanho podem ser tão inúteis?
minha atenção foi tirada deles quando ouvi passos no alto da escada, olhei pra cima e meu queixo caiu, Konan encontra-se no topo da escada, apenas de biquíni, me olhando com um sorriso de canto, e se eu fosse ela, com certeza já estaria tendo uma hemorragia nasal, meu queixo caiu e tenho quase certeza que to babando, e sei que os 3 idiotas não estão diferente, Konan desceu as escadas, pra mim em câmera lenta, passou por mim e os garotos e riu.

acho que agora é você que precisa de um pedaço de papel higiênico Justin.

voltei a mim e balancei a cabeça segurando seu braço

onde você vai? -perguntei já sabendo-
- revira os olhos- pular de asa delta de biquíni.
ironia nem um pouco né?
nem um pouco.

falou e soltou-se de mim saindo, depois de alguns minutos paralisado, voltei a mim, levantei e fui pra piscina seguido pelos 3 , eles se jogaram nas cadeiras que tem ali e eu fique observando Konan de longe, os olhares pra ela eram hilários, dos homens desejo, das mulheres raiva, ela pulou na piscina molhando todos que estavam ao redor, por um segundo achei que as vadias fossem matar ela.
ela tem um grande efeito em mim, mais eu tenho um ainda maior nela.

Ela saiu da piscina de um jeito sexy e sentou-se na borda da mesma com os pés dentro da água, to quase babando ao ver os pingos de água caindo pelo corpo perfeito dela, ela riu ao ver minha cara e eu ri baixinho.
pisquei pra ela e comecei a tirar minha camiseta lentamente, ela arregalou levemente os olhos ao ver meu propósito, ri zombando dela e tirei a camisa por inteiro jogando-a no chão, abri meu cinto lentamente vendo seus olhos brilharem ao olhar meu tórax nu, sorri e abri por fim o meu cinto, ameacei descer a calça porém não o fiz, seus olhos mostraram decepção e eu ri sonoramente, me abaixei e tirei meu all Star com os olhos fixos nos dela, por fim levantei-me e desci lentamente minha calça passando propositalmente as pontas dos meus dedos na minha coxa, ao termino encontro-me apenas com uma cueca preta, caminhei lentamente até ela e vi seu nariz começar a sangrar, ela entrou em desespero e começou a tentar conter o sangue, ri abafado e peguei uma toalha no ombro do meu segurança e joguei pra ela que levou a mesma até o nariz, além do nariz sangrando tá com as bochechas mais vermelhas que tomate, visão mais fofa.
Hum.. acho que essa frase foi meio gay.

Pulei na água e nadei ficando entre as pernas dela e subi pra pegar ar, ela arregalou os olhos e tentou levantar porém a segurei pelas pernas impedindo-a de continuar o ato. 
puxei ela pra dentro da piscina prensando-a entre meu corpo e a parede da piscina, sorri ao vê-la corada e a beijei, mordi levemente seu lábio inferior abrindo passagem pra adentrar com minha língua , explorei sua boca até ter meu beijo correspondido, ela pareceu voltar a si pois me empurrou e subiu saindo da piscina, puxei seu pé derrubando-a e ganhando tempo pra poder sair da piscina, ela levantou e tentou correr pra sair de perto de mim mais eu a segurei pelos braços.

me solta -gritou irritada-
eu mando em você, não o contrário -sorri sínico- 

ela se soltou das minhas mãos e me deu um soco de direita que fez eu me desequilibrar e ir ao chão desnorteado.
a olhei com ódio e acho que ela percebeu isso, passei meus dedos pelo meu nariz vendo com sangue.
Filha da puta, que soco de direita em.

Desculpa, desculpa -entra em desespero - eu não queria fazer isso , foi reflexo.

não deixei que ela continuasse, levantei e com toda a minha força desferi um soco em seu rosto levando-a ao chão.
sentei em sua barriga e dei-lhe outro soco deixando-a quase desacordada. 

vadia, vai aprender a me respeitar -cospe as palavras-

porém em nenhum momento ela chorou, gemeu de dor ou pediu pra eu parar, e isso me fez admirá-la de certa forma, parece que ela sabe que errou e aceita o castigo calada. 
a levantei pelos cabelo e levei ela jogando-a na cadeira de bruços, soltei o laço da calcinha de seu biquíni e a arranquei de seu corpo jogando-a no chão, desci minha cueca até abaixo dos joelhos e a penetrei, ouvi um grito alto de dor e sorri de canto, todos ali olhavam a cena como se não fosse nada de mais, ninguém, absolutamente ninguém seria capaz de interromper.
me apoiei melhor deixando o meu corpo sobre o dela e comecei com entocadas violentas, ouvi os soluços de dor e o sangue dela escorrendo pelo meu pênis, mais isso não me fez parar, sai de dentro dela totalmente para em seguida voltar com toda força, ela gritou mais alto e então tudo ficou em silêncio, o único barulho ouvido é o da minha respiração ofegante misturada aos meus gemidos.
sai dela e entrei novamente com força, uma poça de sangue já formava-se no chão, quando dei-me por satisfeito sai dela e subi minha cueca sujando-a se sangue,
mais foda-se.

comecei a caminhar e só parei quando ouvi meu nome ser chamado, me virei e encarei Chaz.

vai deixar ela ai?

bufei e caminhei até ela, peguei-a no colo e a joguei dentro da piscina sujando a água com sangue.

Se vira.

falei pra ele e sai, tenho coisas a resolver ao invés de ficar gastando meu tempo com vadias que me dão socos.

Narração: Chaz Somers 

mais que merda, tudo sempre sobra pra mim, mais que bosta, se o Justin mata, eu tenho que limpar, se o Justin come, eu tenho que lavar a louça, se o Justin mestroa, eu tenho que comprar o absorvente.
ri de mim mesmo, se o Justin sabe que ando pensando isso ele me mata, pulei na água e peguei a garota no colo, com muita dificuldade consegui sair da piscina com ela.

subi as escadas a olhando, o rosto perfeito agora marcado por socos violentos, a pele branquinha agora marcada pelos dedos de Justin.

coloquei uma calcinha limpa e uma blusa de Justin nela e a deitei na cama, durante o banho mesmo que inconscientemente ela gemeu ao meu toque sentindo dor, olhei pra ela e mais uma vez a calcinha encontra-se suja de sangue, isso já está me preocupando, tirei a calcinha colocando na roupa suja e coloquei outra nela, ouvi a porta ser aberta e fechada, me virei já sabendo quem é, Justin sentou no sofá e sorriu.

cuidou direitinho em? -rir-
vai a merda Justin -falei irritado-
o que ela faz com a minha blusa? -muda de expressão- tira minha blusa dessa vadia.
-revira os olhos- só queria deixá-mais confortável já que está cheia de hematomas.
se quer deixar seu amorzinho confortável veste uma blusa sua.
-bufei tirando a blusa dela e jogando pra ele - e ela não é meu amorzinho.

falei irritado e tirei minha blusa colocando cuidadosamente nela.
fiquei a observando assim como Justin, ela abriu os olhos e os mesmos encheram-se de lágrimas, o que veio a seguir me assustou, ela começou a gritar dizendo está sentindo muita dor, Justin revirou os olhos e saiu e eu fiquei a olhando preocupado.

Narração: Konan Stone

se eu não tivesse sentindo muita dor eu com certeza já teria agarrando o gostoso do Chaz que está sem camisa na minha frente me olhando preocupado.
senti a dor aguda novamente e gritei não conseguindo segurar.

me ajuda Chaz -pedi entrando em desespero- 
eu vou, eu vou ajudar você, apenas se acalma.

Narração: Chaz Somers

mais difícil que convencer Justin a chamar um médico foi convencê-lo a tirar todos da mansão, seria deveras estranho o médico chegar e ver vadias e seguranças armados por tudo que é canto, tive que dizer ao médico que Konan é minha esposa e que eu a machuquei sem querer durante o sexo e que agora ela está sentindo dor, é, tudo nessa casa sobra pra mim..




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mais 5 comentário em Sem saída para o amor cap 9


quando chegar aos comentários pedidos, eu posto o cap 3, e como o outro, esse cap foi bem grande 

Larissa
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15 de mai. de 2013

Hate That I Love You - Minha propriedade

"Calma. é aos poucos que a vida vai dando certo"
- Capitulo 1 -


Entrei em casa.. se é que se pode chamar esse lixo de casa, uma pequena sala, uma pequena cozinha, um banheiro e um quarto que eu divido com a minha mãe, tudo minusculo..

Joguei minha mochila no chão e caminhei até minha mãe jogada no sofá.

Oh mãe, acorda - a balancei-  acorda mulher, isso não é mais hora de dormir - a balancei com força-  ACORDA 

gritei e nada. a puxei com força e acabei fazendo-a rolar pelo sofá e cair no chão.

Mais que merda.. -peguei um bilhete que se encontra em cima do sofá e que estava em baixo dela e comecei a ler-

Oi querida, se você está lendo isso é por quê eu provavelmente já estou morta, eu  sabia que isso poderia acontecer mais não resisti, e como me disseram, a droga é forte, mais antes de morrer tive tempo pra escrever esse bilhete, quero dizer que.. agora você tem um dono.. te amo tá.

mais que merda é essa, reli o bilhete várias vezes apenas pra ter certeza do que li, mais que bosta de dono o quê? agora eu sou propriedade pra ter dono?
me abaixei perto dela e verifiquei seu pulso e seu coração, e sim, ela morreu, prestei uma melhor atenção a sala , e Oh, vejam só, 10 seringas vazias, Vadia, fez bem mesmo ter morrido, dá a filha pros outros assim, sem me falar nada, bufei chutando-a pro lado e caminhei até o minusculo quarto, peguei todas as minhas roupas, que bom.. são poucas, e levei até a sala, joguei-as em cima do sofá, desocupei minha mochila e joguei tudo dentro, sai trancando a porta , vou caminhar sem rumo, vamos ver onde o caminho me leva...

e agora? agora me encontro em uma estrada de areia totalmente deserta, cercada por arvores de um lado e de outro, mais quem liga? uma hora eu chego em algum lugar.
ouvi um barulho de carro e me virei vendo um carro preto bem devagar, quase parando ao meu lado, dei de ombros e continuei  a andar, o vidro do carro foi descendo bem devagar até revelar 2 caras.

Ei gatinha, quer carona? - perguntou o que se encontra ao lado do que dirige- 
Se eu quisesse carona teria pedido -respondi mal humorada-
a gatinha é arisca Chaz - provocou o "motorista"- 
É sim Christian, mais é assim que eu gosto - respondeu rindo-

voltei a olhar pra frente , já que por alguns segundos dei atenção aos dois idiotas. 
o carro parou e eu apressei um pouco o passo.

Você vem com a gente -falou autoritário o que agora eu sei que se chama Christian- 
E por quê eu deveria? -ergui uma sobrancelha- 
Por quê seu dono nos mandou te buscar -parei na hora e virei encarando o que agora sei ser Chaz- 
Certo, mais antes posso fazer uma pergunta? 
fala -me respondeu Christian-
é certo um balão voar tão baixo enquanto pega fogo?

apontei na direção atrás deles e os dois idiotas olharam, aproveitei a distração e chutei o meio das pernas dos dois fazendo-os caírem de joelhos no chão com as mãos entre as pernas, ri e sem perder tempo corri dobrando uma curva logo a frente de onde eu me encontrava a pouco, eles estão de carro, eu estou a pé, fazendo assim uma grande desvantagem pra mim, eles irão me pegar por serem mais rápidos no carro, então...
entrei no lado direito da estrada, o que eu realmente não esperei é que fosse um barranco, a mochila voou do meu braço enganchando no pé de uma arvore e eu desci rolando, bati com tudo em uma pedra que foi a única coisa que me impediu de continuar rolando, senti meu olhos pesarem , as árvores transformaram-se em borrões...

Narração: Justin Bieber

Inúteis, dois inúteis é isso que vocês são -gritei irritado- como? como vocês podem ter apanhado pra uma garota? UMA GAROTA? seus dois retardados idiotas, pra que serve músculos pra dois cabeças ocas?
Ela é esperta Justin - falou Chaz tentando se redimir -
ela não é esperta, vocês dois que são jumentos de mais -bufei-
mais Justin...
cala a boca -interrompi Chris, peguei um papel e uma caneta e joguei pra Chaz - anota o local que vocês estavam, eu mesma vou pegá-la.

Chaz anotou e me entregou o papel, conheço essa estrada como a palma da minha mão, já joguei muitos cadáveres lá, joguei o papel no chão, já que conheço tudo não preciso dele.
"será que tenho que fazer tudo sozinho?"
murmurei dando partida no meu carro e indo pra tal estrada o mais rápido possível...

Percorri a estrada de uma ponta a outra e nada da garota, ela não pode ter sumido desse jeito, será que ela foi abduzida? é, deve ter sido isso.
"a para de ser idiota Justin, tá pegando a burrice daqueles dois jumentos?"
briguei comigo mesmo e notei que estou ficando maluco, é.

parei o carro em cima das marcas dos pneus do carro de Chaz e desci, olhei no chão e vi as pegadas da garota, como os dois idiotas não a encontraram mesmo tendo pegadas no chão? segui as pegadas que pararam entrando pras árvores , abri um pouco o caminho com as mãos e vi a garota embaixo, caída e encostada em uma pedra, um arranhão na perna e outro na testa, tudo superficial.
peguei a mochila que com certeza é dela, estava presa em uma árvore, joguei a mochila dentro do meu carro e peguei uma corda, desci com cuidado até onde a garota encontra-se, não tem como subir com ela nos braços pelo barranco, se fizer isso nós dois caímos, amarrei a corda abaixo dos braços dela, na verdade, abaixo dos seios, segurei um ponta da corda e subi ficando perto do meu carro, o plano?
puxá-la até aqui em cima sem machucá-la , OK, essa parte deu errado, por quê bati a cabeça dela uma ou duas vezes puxando-a, agora já perto a puxei com minhas mãos, tirei a corda jogando a mesma fora e peguei a garota jogando-a de qualquer jeito no banco de trás do meu carro, é mesmo linda, tanto quanto a mãe dela disse, Konan, eu gosto do nome dela.
dei a volta no carro e entrei no banco do motorista dando partida...

Narração: Konan Stone

Abri meus olhos fechando-os no mesmo instante, arderam com a luz forte , abri os olhos bem devagar pra acostumá-los a claridade, passei as costas das mãos pelos mesmos e olhei ao redor, um quarto? como vim parar aqui? coisa de fantasma, é, deve ter sido isso.
"pare de idiotice Konan."
briguei comigo mesma. prestei atenção no local e Uol, ao lado direito da cama que estou tem duas portas, a frente da cama, uma enorme televisão, abaixo da TV um vídeo game e um DVD, do lado esquerdo da cama que fica bem no meio do quarto, uma janela que pega toda a parede, abaixo dela um sofá que alcança toda a extensão da janela, ao lado da cama um tapete branco felpudo, na cama, lençóis de seda, todos entre o preto e branco, na verdade, tudo no quarto a revertido entre o preto e o branco, na minha opinião, bom gosto.
levantei caminhando até a enorme janela que encontra-se aberta e olhei pra baixo, uma enorme piscina, e eu? me encontro em uma luxuosa mansão, ao redor dela? nada além de árvores.

Que bom que acordou -ouvi um voz rouca- 

me virei seguindo a voz e Óh Deus o que é isso? eu acho que vou morrer e oh meu Deus, oh meu Deus.
"acalme-se Konan, acalme-se, não o ataque, não o empurre contra a cama pra estuprá-lo" pensei
ali, parado na porta do quarto tem um cara, mais não só um cara, e sim O cara.
traja uma camiseta branca extremamente colada ao corpo , dando assim, destaque aos músculos perfeitos, calça gasta caindo e deixando a amostra a barra da cueca, um all Star preto dando contraste com a sua pele branca, o braço esquerdo quase todo fechado em tatuagens, uma corrente de ouro com uma cruz como pingente, os cabelos arrepiados , os olhos cor de mel contrastando com o cabelo, e na boca? na boca um sorrisinho de canto, mais sexy aos meus olhos do que deveria ser, acho que vou ter um orgasmo.
senti algo quente descer pelo meu nariz quase chegando a minha boca, levei meus dedo e os olhei, sangue, sangue? 
que tipo de idiota tem uma hemorragia nasal só em olhar um cara? eu lhe respondo, eu sou a tipo de idiota, mais cá entre nós, como não ter? o cara é gostoso pra caralho, é inevitável olhar pra ele e não ter uma hemorragia nasal seguida de um orgasmo, e não, não é exagero.

ouvi a risada dele enquanto entrava na segunda porta que tinha do lado direito do quarto, voltou com um pedaço de papel higiênico nas mãos e me entregou, sentei na cama e levei o papel ao meu nariz  limpando-o.

o que eu faço aqui? quem me trouxe? - perguntei evitando olhá-lo e me recuperando-
eu te trouxe -proferiu com a voz rouca e Óh céus, pare com isso cara- 
e por quê? -perguntei -
agora você é minha propriedade -falou com aquele sorrisinho sexy no canto da boca e Oh céus, assim ele me mata-
como é que é? -quero ter certeza do que ouvi- 
Sua mãe deu você pra mim pra quitar uma divida que ela me devia.
Aquela vadia, vagabunda, quem ela pensa que é pra me dar assim pros outros? prostituta de áraque, fez bem ter morrido. -gritei irritada- 
calma ruivinha. 

sussurrou com a voz rouca e o maldito sorrisinho sexy no canto da boca, senti meu nariz começar a sangrar novamente e ele riu, caminhou até o que parece ser o banheiro e voltou com outro pedaço de papel higiênico e me entregou.
levei o mesmo ao meu nariz e ele riu de novo.

tem que parar com isso -senta ao meu lado-
com o quê? - me fiz de desentendida- 
de sangrar toda vez que eu sorrio pra você -sorri-

respirei fundo pra não ter outra hemorragia nasal, o vadio tem razão, tenho que parar com isso, se continuar meu posso de sangue vai secar, isso existe?
fechei os olhos e me deitei na cama, até sentir algo pesado sobre mim, abri os olhos e vi o gostoso me olhar com cara de safado.

Sou Justin -sussurrou, que álito gostoso, acho que vou estuprar ele, ou o contrário- 
bom pra você - sussurrei também-
-rir- vamos brincar?
brinca sozinho -falei séria- depois compro um carrinho pra você -zombei- 
prefiro brincar com você boneca -deu enfase ao boneca- 

seus lábios foram ao meu pescoço e sua mão a minha bunda, não, não, isso não vai acontecer, empurrei ele com força fazendo-o cair sentado na cama.

não, por favor não, eu sou virgem, não quero perder minha vingindade assim, não faça nada comigo por favor, por favor -pedi em desespero chorando- por favor, por favor.
-bufa- tá bom ruivinha, eu não faço nada, agora -sussurrou me roubando um selinho e saindo do quarto-

limpei as lágrimas rindo, otário, não acredito que ele caiu nessa, que mané virgem o quê, perdi quando tinha 15 anos.
Ruivinha, me arrepiei quando ele sussurrou isso.
deitei na cama macia e me cobri com os lençóis de seda me sentindo no céu, fechei os olhos e peguei no sono...



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E ai, qual o veredito para o primeiro Cap?
Flawless Dreams, só por quê você pediu de um jeito muito fofo eu abro uma vaga, só colocar meu blog no seu primeiro que eu faço o mesmo depois, só avisar aqui quando colocar lá.